O candidato a prefeito de Cuiabá Roberto França: "Emanuel não tem moral para falar de ninguém" Assessoria

O candidato a prefeito de Cuiabá, Roberto França (Patriota), rebateu as acusações de seu adversário, o candidato à reeleição Emanuel Pinheiro (MDB), e afirmou que não houve desvios de recursos público em sua gestão. França foi prefeito Capital entre os anos de 1997 a 2004.

“Quem foi flagrado enfiando o dinheiro no paletó não fui eu. Emanuel não tem moral para falar de ninguém. Ele já deveria estar preso por tantas denúncias de corrupção que existem contra ele e quatro de seus secretários. Aliás, um foi preso e três afastados pela Justiça por denúncias de corrupção”, afirmou.

França disse que já “desmascarou” em seu programa eleitoral mais uma “mentira” de Emanuel.

Quem foi flagrado enfiando o dinheiro no paletó não fui eu. Emanuel não tem moral para falar de ninguém. Ele já deveria estar preso

“Os documentos oficiais do Ministério da Cultura, exibidos no programa, mostram que os técnicos concluíram que os recursos tiveram ‘boa e regular aplicação na reforma parcial da Casa do Alferes, sede do Museu da Imagem e do Som’.  O parecer recomendou a aprovação  da prestação de contas com registro de ‘Aprovado”. E mais, atesta que a prefeitura investiu um valor superior ao que estava previsto. Para o Ministério da Cultura,  ‘o objeto  foi plenamente cumprido’”, disse França.

“Emanuel precisa passar detergente na boca, não tem moral, não tem credencial nenhuma pra falar de ninguém”.

“Além do flagrante escandaloso do paletó, onde ele apareceu para o Brasil e o mundo enfiando dinheiro de propina no bolso, ainda teve três secretários afastados e um preso por denúncias de corrupção. Emanuel é corrupto e mentiroso também”, finalizou.

“TRF reformará a decisão”

A assessoria jurídica de França, patrocinada pelo advogado Rodrigo Cyrineu, emitiu nota afirmou que o TRF 1 deve reformar a decisão.

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O advogado Rodrigo Cyrineu, que defende França: sem desvio

“O Tribunal certamente reformará essa decisão que partiu de um pressuposto claramente equivocado. Não houve um único centavo desviado”, disse.

A defesa explicou que a reforma na Casa dos Alferes, que antes era apenas na fachada, teve que ser modificada após um incêndio no local com risco de desabamento e passou a incluir também uma reforma interna.

“Portanto, ao invés de reforma externa, a Prefeitura precisou realizar uma reforma interna para evitar desabamento. Qualquer ato diverso seria uma irresponsabilidade da gestão e colocaria em risco o patrimônio cultural cuiabano”.

“Ademais, quanto à prestação de contas alegadamente equivocada, o Supremo Tribunal Federal tem entendimento pacificado de que não cabe responsabilizar de forma objetiva o Prefeito. Foi um ato praticado pelo Secretário à época e simplesmente encaminhado por Roberto França. E, como dito, tudo isso está sendo analisado pela Corte Federal e em breve será corrigida essa grave injustiça”, afirmou o advogado.

Defesa no programa eleitoral

No programa eleitoral em que se defendeu, França afirmou que “nada ficará sem resposta” e o narrador diz irá “desmascarar a mentira”.

França mostrou um documento do Ministério da Cultura, que diz que os recursos públicos destinados na reforma parcial da Casa do Alferes tiveram “boa ou regular” aplicação.

“O parecer recomendou a aprovação da prestação de contas com registro de ‘aprovado’. E mais, foi investido um valor superior ao previsto. Para o Ministério da Cultura o objeto foi plenamente cumprido”, disse o narrador no programa.


FONTE: MÍDIA NEWS