Produzido por Moogie Canazio em Los Angeles, o disco sai em fevereiro com regravações de músicas de Cazuza, Jorge Ben Jor, Rita Lee e Tom Jobim. ♪ Cantora gaúcha residente há anos na cidade de São Paulo (SP), Ana Carol é também compositora, mas, das dez músicas do primeiro e ainda inédito álbum da artista, Alma nua, somente duas trazem a assinatura de Ana Carolina Machado.
Trata-se de Janela – parceria de Carol com André Moraes já previamente apresentada com um dos quatro singles que precederam o lançamento do álbum, programado para 6 de fevereiro – e da música-título Alma nua.
As demais oito faixas do disco são regravações de músicas já conhecidas no universo da MPB e do pop brasileiro.
Capa do álbum ‘Alma nua’, de Ana Carol
Helena Cooper
A mais antiga, Felicidade, é de 1947 e é de autoria de Lupicínio Rodrigues (1914 – 1974), compositor conterrâneo de Ana Carol. A mais recente, Amiúde, é composição de Roberta Campos lançada há seis anos pela artista mineira no álbum Todo caminho é sorte (2015).
Entre uma e outra, na transversal do tempo, há Modinha (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), Mas que nada (Jorge Ben Jor, 1962), Balada do louco (Rita Lee e Arnaldo Baptista, 1972), Feira de mangaio (Sivuca e Glória Gadelha, 1977), O tempo não para (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988) e Bicho burro (Zé Ibarra e Tom Veloso, 2014), música do repertório da banda Dônica já lançada em single por Ana Carol.
Inteiramente gravado no EastWest Studios, em Los Angeles (EUA), com produção musical de Moogie Canazio, o álbum Alma nua tem os toques dos músicos norte-americanos Joel Taylor (na bateria) e Stuart Hamm (no baixo), além do piano de Henrique Peters.
Fonte: G1