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As autoridades de Justiça terminaram de recolher os materiais de sangue, urina, mucosa e outras partes do corpo de Diego Armando Maradona, que faleceu na semana passada, aos 60 anos. Elas darão início nesta quarta-feira aos principais estudos a respeito das causas da morte dele. Segundo informações do site “Data Clave”, foi retirado na autópsia até o coração inteiro, que apresentava peso duas vezes maior do que o normal.

Esse material será destinado para análise em diferentes laboratórios, como parte dos trabalhos complementares solicitados pelos médicos forenses que fizeram a autópsia de Maradona. O objetivo é fazer estudos toxicológicos, para investigar se o corpo tinha rastros de consumo de álcool, drogas ou algum outro tipo de substância nas horas anteriores a sua morte.

Ainda de acordo com as informações do “Data Clave”, o coração de Maradona sofria de “cardiomiopatia dilatada” e pesava 500g, quase o dobro de um normal. As autoridades de perícia pretendem analisar como estava o funcionamento do sistema de cardíaco do ex-jogador.

Os porta-vozes da investigação sobre a causa da morte de Diego Maradona afirmam que não haverá resultados finais nesta quarta-feira, mesmo de estudos mais rápidos em cima da urina e do sangue. De acordo com as conclusões iniciais da equipe forense, Maradona morreu como resultado de um “edema agudo de pulmão secundário à insuficiência cardíaca crônica exacerbada”.

Fonte: G1