Thaís Fersoza e Michel Teló (Foto: Reprodução/ Instagram)

Thais Fersoza e o marido, o cantor Michel Teló, tiveram a convivência familiar ampliada durante os dias de isolamento social na companhia dos filhos — Teodoro, de 3 anos, e Melinda, de 4. Em conversa com Quem, Thais diverte-se ao contar que, com todo mundo em casa o tempo todo, foi como um curso pré-vestibular. Tiveram que aprender aos poucos a lidar com a situação.

“A gente brinca que é um intensivão”, afirma a atriz sobre a vida caseira na quarentena. “Teve um período em que fiquei ansiosa, por causa de pessoas que pegaram a Covid. E Michel foi uma peça fundamental, ele me amparou, foi uma troca mesmo. Foi um momento de nos reconectar e estabelecer ainda mais o que é o limite de um e do outro. Respeitar o espaço e o momento. Não é fácil duas pessoas que trabalham bastante, com duas crianças pequenas, ficar 24 horas por dia, 7 dias por semana dentro de casa. A nossa opção foi a de ficar em casa e fazer as nossas coisas. Mas está e esteve tudo bem, graças a Deus.”

A atriz conta que foi necessário que os espaços individuais fossem respeitados. “Teve o período de adaptação, mas depois que as questões se encaixaram, as arestas foram naturalmente aparadas, ficou tudo bem.”

Ao contrário de outros casais, que tiveram crises e se separaram durante a pandemia, Thais e Michel, se adaptaram a situação e reorganizaram o dia a dia. “A quarentena não ajudou, nem atrapalhou. Precisamos encontrar e respeitar o espaço ainda mais um do outro, isto para não sobrecarregar nenhum dos dois. Afinal, temos duas crianças pequenas que dependem inteiramente da gente, né? Eles não fazem a cama, não lavam a louça. A gente precisou se organizar. Foi muito bom para família estarmos muito tempo juntos, porque nunca tínhamos ficado tanto tempo junto. Aliás, eu nunca tinha ficado tanto tempo com o Michel. Porque ele, minimamente, faz show três vezes por semana.”

De acordo com Thais, esse período foi positivo para reforçar laços. “A gente conheceu muito mais os nossos filhos e se conheceu muito mais enquanto seres humanos. No início foi um baque pensar como iríamos fazer isso com duas crianças. Até que a gente foi se ajustando, se ajudando muito emocionalmente e psicologicamente falando por todo o momento novo de um segurar a peteca do outro.”

Fonte: QUEM